Uma plataforma municipal de comércio onde o lojista não paga comissão nem mensalidade. Quem custeia é uma parceria entre a entidade que representa o comércio e o poder público. Construída, hospedada e operada por nós.
O problema
O consumidor compra pelo celular, mas compra de fora. O comerciante da esquina não aparece na busca, não tem estrutura para vender online e paga caro quando tenta: marketplaces cobram de 12% a 20% por venda, mensalidade e ainda ficam com o cliente.
Comissão por venda, mensalidade de ferramenta e ninguém para ensinar. A conta não fecha para quem tem uma loja só.
Cada compra feita fora é imposto, emprego e circulação de renda que deixam o município.
Associações precisam mostrar entrega concreta ao associado, com número que sustente a prestação de contas.
O modelo
O lojista não paga porque não é ele quem custeia. O financiamento vem de uma parceria entre a entidade representativa do comércio e o poder público, com contrato, contrapartidas e prestação de contas mensal. É o que nenhum marketplace consegue copiar rápido: não é tecnologia, é arranjo.
Custeia a plataforma como política de fomento ao comércio local e recebe relatório mensal de impacto econômico.
Executa o convênio, credencia os lojistas de forma aberta e impessoal, e mobiliza a base.
Constrói, hospeda, opera e evolui. Suporte de primeiro nível ao lojista incluído.
A plataforma
O lojista não recebe só uma página com produtos: recebe um sistema de gestão completo, com a marca da própria loja na frente. Vinte módulos, um login, o mesmo dado do anúncio ao imposto.
Taxa de maquininha e imposto já descontados do lucro.
Clique nos módulos ao lado. É o sistema de verdade, não uma imagem.
O que a cidade ganha
Lojistas ativos, pedidos, faturamento movimentado, ticket médio e bairros atendidos. Gerado pelo próprio sistema, com critério definido em contrato — não é número montado à mão.
O que a cidade procura e não encontra, categorias sub-atendidas por região. Dado agregado e anonimizado que nenhuma outra fonte tem.
Comunicados, campanhas sazonais e cupons municipais chegando a todos os lojistas cadastrados de uma vez.
Só entra quem está regular. A plataforma vira incentivo concreto à formalização de MEIs e pequenos negócios.
Replicação
A plataforma existe, roda e está validada. O que se adapta é a marca, o território e as regras locais. O arranjo jurídico do custeio já foi desenhado e analisado por procuradoria municipal, o que encurta meses do caminho.
Conversa inicial e diagnóstico do comércio do município
Desenho do custeio com a entidade e o poder público
Personalização da marca e das regras locais
Credenciamento e ativação dos primeiros lojistas
Operação contínua e relatório mensal
Conte como funciona o comércio do seu município e eu mostro como o modelo se encaixa lá.